Mulher é presa no ES com 6 kg de remédio para emagrecer ilegal

Mulher é presa em Linhares, no Norte do Espírito Santo, com seis quilos de medicamento para emagrecer ilegal — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Uma mulher foi presa em flagrante nesta quinta-feira (16) em Linhares, no Norte do Espírito Santo, com seis quilos de remédio para emagrecer sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com a Polícia Federal, o medicamento estava escondido em gavetas e armários dentro da casa da suspeita.

Durante a operação da PF, foram apreendidos celulares, seringas contendo substâncias utilizadas para emagrecimento, frascos rotulados como contendo tirzepatida, outros medicamentos emagrecedores, além de baldes com comprimidos sem identificação individual.

Também foram localizados embalagens, frascos, sacolas, envelopes para remessa postal e materiais utilizados no acondicionamento e na distribuição das mercadorias.

A operação da PF para combater o comércio irregular de canetas injetáveis sem autorização da Anvisa também cumpriu outros três mandados de busca e apreensão em Vitória e Cariacica.

Polícia Federal realizou operação no Espírito Santo para combater o comércio irregular de medicamentos sem autorização da Anvisa — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Segundo o órgão, as investigações apuram a aquisição, o armazenamento, a distribuição e a comercialização de medicamentos destinados ao emagrecimento sem a devida autorização do órgão sanitário competente, incluindo produtos anunciados e vendidos por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens.

A mulher, que não teve o nome nem a idade divulgados, foi conduzida à Superintendência Regional da Polícia Federal para os procedimentos de polícia judiciária.

Os materiais apreendidos serão submetidos à para identificação da composição, da origem e da regularidade sanitária dos produtos.

A suspeita poderá responder pelo crime de comercialização, distribuição e manutenção em depósito de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais sem registro no órgão de vigilância sanitária competente.

Fonte: A Gazeta

Rolar para cima